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domingo, 5 de novembro de 2017

A HISTÓRIA DA FOTO MAIS FAMOSA DOS BEATLES

A FOTO MAIS FAMOSA DOS BEATLES

HÁ 44 ANOS, OS BEATLES TIRARAM A SUA FOTO MAIS FAMOSA, CAPA DO ÁLBUM "ABBEY ROAD".

TODA A AÇÃO FOI PLANEJADA PELO PAUL, CONFORME DESCRIÇÃO ABAIXO:

Era 8 de agosto de 1969 quando os Beatles se reuniram para o que viria a ser um dos seus últimos ensaios fotográficos. Não o último de todos, mas o último a ser usado em um álbum. Nessa época, o Paul já decidia as coisas, mas nada era muito fácil. Reunir todos os membros da banda era difícil. Sair, agendar horários, nada disso acontecia sem uma boa dose de desgaste. Ali, talvez, o único Beatle que ainda queria ser um Beatle era o Ringo. Mas o Ringo não conta. Por isso, foi do Paul a ideia e iniciativa de fotografar naquela exata faixa de pedestres.
Rascunho original do Paul para a famosa foto

O encarregado da missão foi um fotógrafo escocês amigo do John e da Yoko, chamado Iain Macmillan.
Antes de começar, ele tirou uma foto da rua vazia.

Linda McCartney também esteve lá e tirou algumas fotos dos preparativos, enquanto o quarteto aguardava o ensaio começar.















Foram tiradas seis fotos oficiais, para entrarem no álbum.

Tentativa 1

Tentativa 02

Tentativa 03

Tentativa 04

Tentativa 06


A escolhida, todos sabemos qual foi. A única na qual a formação estava perfeita, tudo alinhado, como deveria ser, como era habitual dos Beatles. Esmero nos últimos detalhes Paul decidiu pela quinta tentativa.

A quinta tentativa foi para o álbum.
A história fez sua parte depois desse evento. Ninguém imaginava que os Beatles chegariam ao fim alguns dias depois. Nem o fã mais pessimista, nem mesmo John Lennon – que cuspiu seu desejo de sair da banda em uma reunião sobre as ambições de George de se tornar um compositor com mais espaço.
De lá pra cá, todos os detalhes imagináveis já foram destrinchados. Nem mesmo o velhinho parado lá no fundo, passando como quem não quer nada conseguiu escapar. Até mesmo ele já foi encontrado, entrevistado e teve seus minutos de fama, só por estar ali.

A placa do Fusca, de número LMW 281F, foi roubada repetidamente, até o carro entrar em leilão em 1986 e ser vendido por £2.530. Atualmente ele está no museu da Volkswagen na Alemanha.
Olha ele aí!


Hoje, atravessar aquela faixa de pedestres é um evento, tornou-se atração definitiva para turistas do mundo inteiro.
Ninguém quer passar por ali e não repetir a icônica travessia.

domingo, 10 de setembro de 2017

TABACARIA, FERNANDO PESSOA.


Tabacaria

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo.
Que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr umidade nas paredes
E cabelos brancos nos homens,
Com o destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.



quinta-feira, 24 de agosto de 2017

AOS NOSSOS FILHOS...

Para nossos filhos que estão nos vendo envelhecer sem saber como lidam com este fato...
Quem sabe comecem a nos entender melhor.


Quem deixou meus pais envelhecerem?

Meus pais não são velhos. 
Quer dizer, velho é um conceito relativo. 
Aos olhos da minha avó são muito moços. 
Aos olhos dos amigos deles, são normais. 
Aos olhos das minhas sobrinhas, são muito velhos. Aos meus olhos, estão envelhecendo. 
Não sei se lentamente, se rápido demais ou se no tempo certo. 
Mas sempre me causando alguma estranheza.
Lembro-me de quando minha mãe completou 60 anos. Aquele número me assustou. 
Os 59 não pareciam muito, mas os 60 pareciam um rolo compressor que se aproximava. 
Daqui uns anos ela fará seus 70 e eu espero não tomar um susto tão grande dessa vez. 
Afinal, são apenas números.
Parece-me que a maior dificuldade é aprendermos a conciliar nosso espírito de filho adulto com o progressivo envelhecimento deles. 
Estávamos habituados à falsa ideia que reina no peito de toda criança de que eles eram invencíveis. 
As gripes deles não eram nada, as dores deles não eram nada. 
As nossas é que eram graves, importantes e urgentes. 
E de repente o quadro se inverte.
Começamos a nos preocupar- frequentemente de forma exagerada- com tudo o que diz respeito a eles. 
A simples tosse deles já nos parece um estranho sintoma de uma doença grave e não uma mera reação à poeira. 
Alguns passos mais lentos dados por eles já não nos parecem calma, mas sim uma incômoda limitação física. 
Uma conta não paga no dia do vencimento nos parece fruto de esquecimento e desorganização e não um simples atraso como tantos dos nossos.
Num dado momento já não sabemos se são eles que estão de fato vivendo as sequelas da velhice que se aproxima ou se somos nós que estamos excessivamente tensos, por começarmos a sentir o indescritível medo da hipótese de perdê-los- mesmo que isso ainda possa levar 30 anos.
Frequentemente nos irritamos com nossos pais, como se eles não estivessem tendo o comportamento adequado ou como se não se esforçassem o bastante para manterem-se jovens, vigorosos e ativos, como gostaríamos que eles fossem eternamente. 
De vez em quando esbravejamos e damos broncas neles como se estivéssemos dentro de um espelho invertido da nossa infância.
Na verdade, imagino eu, nossa fúria não é contra eles. 
É contra o tempo. 
O mesmo tempo que cura, ensina e resolve é o tempo que avança como ameaça implacável. 
A nossa vontade é gritar “Chega, tempo! Já basta! 
60 já está bom! 
65 no máximo! 
70, não mais do que isso! 
Não avance, não avance mais!”. 
E, erroneamente, canalizamos nos nossos pais esse inconformismo.
O fato é que às vezes a lentidão, o esquecimento e as limitações são, de fato, frutos da idade. 
Outras vezes são apenas frutos da rotina, tão naturais quanto os nossos equívocos. 
Seja qual for a circunstância, eles nunca merecem ter que lidar com a nossa angústia. 
Eles já lidaram com os nossos medos todos- de monstros, de palhaços, de abelhas, de escuro, de provas de matemática- ao longo da vida. 
Eles nos treinaram, nos fortaleceram, nos tornaram adultos. 
E não é justo que logo agora eles tenham que lidar com as nossas frustrações. 
Eles merecem que sejamos mais generosos agora.
Mais paciência e menos irritação. 
Menos preocupação e mais apoio. 
Mais companheirismo e menos acusações. 
Menos neurose e mais realismo. 
 *Mais afeto e menos cobranças* . 
Eles só estão envelhecendo. 
E sabe do que mais? 
Nós também. 
E é melhor fazermos isso juntos, da melhor forma.


Texto de RUTH MANUS.

domingo, 6 de agosto de 2017

PINK FLOYD. 50 ANOS A VER ESTRELAS

Há 50 anos, Pink Floyd surgia como uma força experimental e psicodélica.


Regressemos novamente ao magnífico ano de 1967, recheado de estreias musicais de bandas e intérpretes que viriam a marcar toda uma era. Eis que chegamos a agosto onde surge o primeiro álbum de uma banda formada entre Cambrigde e Londres, no Reino Unido, liderada pelo estudante de artes Roger Keith Barrett, conhecido por Syd Barrett, e composta ainda por mais três estudantes de arquitetura da Polytechnic School of London, que viria a ser uma das mais influentes bandas rock de todos os tempos. A banda cujo nome seria inspirado em dois guitarristas do blues que Syd tanto admirava, Pink Anderson e Floyd Council, formando assim o nome Pink Floyd, lançava o seu primeiro álbum de originais a 5 de agosto de 1967. The Piper At The Gates of Down, título inspirado num dos capítulos da obra The Wind Of Willows do escritor escocês Kanneth Grahame, foi gravado entre fevereiro e maio do mesmo ano nos famosos estúdios de Abbey Road e seria o primeiro patamar de uma banda com um percurso que seria tudo menos linear, mas extremamente versátil, com diferentes lideranças recheadas de trabalhos musicais fascinantes.

O quarteto composto pelos membros Syd Barrett como vocalista principal e guitarrista, Roger Waters como baixista e vocalista secundário, Richard Wright como teclista e vocalista secundário e Nick Mason como baterista, prometeria vir a ser uma banda de grande sucesso. O estilo de rock psicodélico implementado pelos Pink Floyd valeu-lhes um estatuto de lendas do rock, deixando uma marca muito forte na música, sendo também uma das bandas mais versáteis com um percurso cheio de altos e baixos que caracteriza a sua própria essência. A capa de The Piper At The Gates of Down apresenta os quatro elementos vestidos com trajes típicos da segunda metade da década de 60 num padrão caleidoscópico, como se de uma junção de espelhos se tratasse, exibindo a imagem de algo psicodélico que curiosamente pode ser encontrado na forma musical neste álbum desde a primeira até à última faixa.

O álbum começa numa aventura espacial onde são audíveis os sons da comunicação feitas pelas bases espaciais com as aeronaves ou com os astronautas, bem como o teclar agudo dos sinais emitidos durante as viagens espaciais que tanto fascinavam a humanidade durante a década de 60. Astronomy Domine, é a primeira canção deste álbum e trata-se de um dueto entre Syd Barrett e Richard Wright. Uma canção que exibe uma letra que enumera diversos corpos celestes numa amostra espacial e psicadélica nas cordas e nas teclas que a canção assim fornece. Lucifer Sam, exibe o baixo de Roger Waters e a voz de Syd Barrett com saltos psicadélicos durante uma canção que envolve um texto do mundo imaginário que Syd tanto admirava. Segue-se Matilda Mother, interpretada pela voz de Richard Wright, com Syd Barrett mais remetido para um plano secundário. A letra apresenta uma espécie de conto de fadas que é interpretada numa canção bastante teatral como se de uma pequena ópera se tratasse. A canção seguinte, Flaming, é inteiramente interpretada pela voz de Syd Barrett mostrando mais uma vez uma letra proveniente dos contos de fantasia com sons que remetem para uma obra inspirada no mundo fantástico. Pow R. Toc H. trata-se de uma mistura estranha de sons dos instrumentos e das vozes de Syd Barrett e Roger Waters, algo muito característico do misticismo do rock psicadélico que na altura ainda se procura reafirmar. Take Up Thy Stethoscope and Walk é a única música do álbum interpretada e composta por Roger Waters, iniciando-se com a batida da bateria de Nick Mason procurando sempre a essência das teclas de Richard Wright e da guitarra de Syd Barrett.

Interstellar Overdrive, sétima faixa do álbum, é considerado por muitos um masterpiece do rock psicadélico. Os quase dez minutos de duração e o facto de ser uma faixa puramente instrumental exibe bem a perícia dos músicos com os seus respectivos instrumentos. A melodia já teria sido interpretada várias vezes ao vivo e fora finalmente editada no primeiro álbum da banda. As variantes sonoras ao longo da canção dão a noção de uma aventura espacial, num estilo de space rock, tal como o nome da melodia assim indica. The Gnome apresenta novamente um conto de fantasia como tantas outras faixas deste álbum, desta vez sobre um gnomo, descrevendo o físico e o modo de vida desta personagem. Assim como Chapter 24 ou The Scarecrow que descreve um mero espantalho numa melodia vivaça. O álbum termina com a décima primeira faixa Bike, uma das canções que realça a presença e a influência de Syd Barrett na banda, e que dá cor a um álbum de estreia bastante apelativo.

Apesar de ter tido um sucesso considerável e de ainda hoje ser considerado um dos mais importantes trabalhos do rock psicodélico, The Piper at The Gates of Dawn estava longe de ser o topo do sucesso da banda britânica, que assim iniciaria a sua caminhada. Pouco tempo depois, os Pink Floyd testemunhavam a decadência de Syd Barrett, estimulada pelo consumo abusivo e irreversível de LSD. No segundo álbum, A Saucerful Of Secrets, os restantes membros chamaram David Gilmour, guitarrista amigo de Syd Barrett, com o fim de o ajudar na gravação do álbum, dando-lhe o apoio musical necessário. O estado psíquico e físico de Syd Barrett era de tal modo frágil que apenas gravaria uma das canções enquanto que David Gilmour gravaria as restantes. A banda necessitava de crescer, de procurar novos caminhos e o afastamento de Syd Barrett estava cada vez mais iminente. Apenas um ano após o primeiro álbum, Syd Barrett era afastado da banda, sendo substituído na guitarra por David Gilmour, e na posição de líder do conjunto por Roger Waters. Os Pink Floyd iniciavam um percurso de reconstrução nunca esquecendo o espírito de Syd Barrett. Após um trabalho árduo na procura do sucesso e com a chegada do mítico Dark Side of The Moon, os Pink Floyd sentiram-se na obrigação de prestar uma homenagem a Syd Barrett. Daí que o álbum seguinte lançado dois anos mais tarde em 1975, Wish You Were Here de seu nome, lhe fosse inteiramente dedicado especialmente com a brilhante e duradoura canção Shine On You Crazy Diamond.

Quinze álbuns de estúdio, concertos memoráveis, ideais revolucionárias, desde os tempos primordiais de Syd Barrett, aos caminhos percorridos até alcançarem o sucesso, desde a liderança massiva de Roger Waters até enorme zanga com David Gilmour, desde a refundação por David Gilmour em meados dos anos 80 até ao último álbum lançado em 2015, o percurso e a história de vida do Pink Floyd é algo absolutamente fascinante e admirável por todos os apreciadores do rock. Qualquer um dos cinco principais integrantes tem o seu contributo, tendo participações únicas em cada música. Curiosamente, o baterista Nick Mason é o único membro presente em todos os álbuns de originais da banda. Porém, a verdadeira essência do Pink Floyd estará sempre associada ao mentor que fora afastado precocemente, mas cujo espírito permaneceu sempre nos outros álbuns da banda. O espírito do “Diamante Louco”, do músico irreverente e sonhador, cujo brilho iluminou e inspirou a banda desde a primeira até à última canção: Syd Barrett.


domingo, 28 de maio de 2017

TURISMO NO ALGARVE

Ocupação Hoteleira no Algarve é a maior desde 2000!


Foi em abril que se registou o número mais elevado de ocupação/quarto. As férias da Páscoa, em conjunto com o calor que se fazia sentir, levou muita gente ao Algarve para a aproveitar a temporada. Comparou-se a mesma altura do ano e foi preciso recuar 17 anos para se encontrar um abril com tanta gente nos hotéis algarvios.

Desde o ano passado a taxa de ocupação aumentou 17,6%, o que significa que existem mais verbas e mais olhos postos em investimento.

A Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve declarou que "A taxa de ocupação global média/quarto foi de 65,4%". Com este crescimento exponencial da taxa de ocupação, as vendas também acabaram por aumentar 17,3%.

As maiores subidas da taxa de ocupação registaram-se em Lagos, Sagres, Portimão e Praia da Rocha. Albufeira, que é das maiores zonas turísticas do Algarve, registou uma subida de 1,9%.

Desde janeiro deste ano, a região já registou uma subida de 6% em relação ao ano anterior.


domingo, 21 de maio de 2017

ESPOSA DE AÉCIO NEVES

É fake o vídeo atribuído à esposa de Aécio. Na fala, saem ataques ao povo brasileiro: "Vocês vão continuar na merda"

Recebi vídeos falsos com imagem e áudio de declarações atribuídas à esposa de Aécio Neves contra o povo brasileiro, um dia após a publicação de uma gravação feita pelo dono da JBS Joesley Batista que revela um pedido de R$ 2 milhões do senador.
É falso.
A esquerda da foto, a jornalista Deborah Albuquerque Chlaem. A direita, Letícia Weber, mulher de Aécio Neves.
A mulher que aparece no vídeo não é Letícia Weber, mulher de Aécio Neves, e sim a jornalista Deborah Albuquerque Chlaem. A mensagem também está fora de contexto. A mensagem foi publicada em 2014, após a eleição da ex-presidente Dilma Rousseff, e não agora.
No vídeo, a jornalista diz que está se preparando para viajar a Orlando. "Eu sou rica, bem sucedida e muito bem de vida e tentei ajudar vocês miseráveis, imbecis, burros", afirma.
"O vídeo foi feito após a vitória de Dilma, há três anos. Tinha sumido isso e agora voltou. Tentamos remover, mas acabou viralizando", diz o marido de Deborah.
A assessoria do senador Aécio Neves esclarece que o vídeo não é da mulher dele. "De jeito algum. Soube agora que o vídeo é velho e que voltou a circular", afirma um dos assessores do político.

Fonte: Vindo dos Pampas

quarta-feira, 10 de maio de 2017

10 MARCAS QUE TÊM NOMES DIFERENTES EM OUTROS PAÍSES

Algumas das marcas tão famosas que vemos todos os dias podem acabar passando batidas por nós se estivermos em outro país. 

Conheça algumas delas:

10. Hellmann’s
Austrália, Nova Zelândia e o Oeste dos Estados Unidos conhecem a Hellmann’s como Best Foods.

9. Chevrolet
Na Europa você não verá carros da Chevrolet e sim da Opel.

8. Dr. Oetker
Na Itália a Dr. Oetker mudou seu nome para Cameo.


7. Axe
China, Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido conhecem o desodorante Axe como Lynx.

6. Burger King
Na Austrália o Burger King é conhecido como Hungry Jack’s.

5. Omo
O sabão em pó Omo é vendido na Austrália, na Nova Zelândia e no Reino Unido com o nome Persil.

4. Danone
A Danone adaptou seu nome para Dannon nos Estados Unidos.

3. Kibon
Também nos Estados Unidos a Kibon se chama Good Humor.

2. Leite Moça
Em países de língua inglesa o Leite Moça virou Milkmaid. Já nos de língua espanhola ficou como La Lechera.

1. Coca-Cola
Se estiver na Rússia e bater aquela sede é só comprar uma Koka-Kora (mas a pronúncia é “Coca-Cola” mesmo).

sexta-feira, 5 de maio de 2017

AFINAL, OS PEIXES SENTEM DOR?

Existem pessoas, as quais não chegam a ser vegetarianas, que deixam de comer carne suína ou bovina por ter dó de sacrificar os animais, mas continuam se alimentando de peixes. Aí surge uma questão levantada há muito tempo e que até hoje não foi bem respondida: será que um peixe sente dor?



De acordo com a Live Science, que cita um estudo científico publicado na revista Fish and Fisheries, os peixes não possuem os receptores de dor necessários em seus cérebros para que eles tenham a mesma sensação que os humanos e outros tantos animais, como cães e gatos.

O que há de “errado” com os peixes?

Embora os peixes possuam os nociceptores — receptores sensoriais responsáveis pelo envio de sinais elétricos para o cérebro que reconhecem a dor após um estímulo com potencial de dano ao organismo —, essas terminações nervosas não funcionam neles como funcionam em nós.
Os pesquisadores descobriram que o grupo específico dos nociceptores responsável pela dor nos humanos, denominado fibra-C nociceptor, é bastante raro nos peixes e inexistente em tubarões e raias, por exemplo.
Nesses animais aquáticos, o grupo conhecido como delta-A nociceptor é que fica encarregado por tal função, o que implica em uma sensação genuinamente diferente da dor que nós sentimos. “Mesmo que os peixes estejam conscientes, é injustificável supor que eles possuem uma capacidade ‘humanoide’ para a dor”, mencionaram os autores no resumo da sua publicação.

Contestações



Contudo, críticos especializados no assunto afirmam que os pesquisadores desse estudo estão ignorando uma série de outras pesquisas que contradizem tal conclusão. Por exemplo, em 2003, um experimento científico inseriu veneno de abelhas e uma solução ácida nos lábios de alguns peixes.
Imediatamente, eles começaram a esfregar as suas bocas nas laterais ou parte inferior do tanque de água em que estavam, ficaram mais agitados e apresentaram um aumento no ritmo de respiração.


Outro estudo publicado em 2009 mencionado pela Live Science relata que alguns peixes demonstraram claramente um comportamento defensivo e até agressivo após passar por uma situação, em teoria, dolorosa — indicando que eles sentiram a dor e a recordavam por algum período. Pelo jeito, ainda não foi dessa vez que esse questionamento foi completamente solucionado.


Fonte: Mega Curioso

10 PRODUTOS COM VERSÕES DIFERENTES EM OUTROS PAÍSES

Muitos produtos que consumimos quase diariamente não são exatamente iguais em outras partes do planeta. Hábitos e tradições locais fazem com que os fabricantes alterem ingredientes, sabores ou embalagens para adaptá-los aos diferentes mercados. Veja alguns exemplos:

10. Big Mac
Na Índia o Big Mac virou Maharaja Mac. Como a religião hindu considera as vacas sagradas, o hambúrguer é feito com carne de frango.



9. Kit Kat
No Japão o chocolate Kit Kat já teve mais de 200 sabores diferentes. Um dos mais exóticos é o de wasabi.



8. Pepsi
Em 2007 a Pepsi lançou o sabor pepino exclusivamente no Japão (sempre lá, né?).


7. Gatorade
Outro produto a apostar no sabor pepino. Lançado nos Estados Unidos, o Gatorade pepino e limão tinha a peculiaridade de ter seu rótulo escrito em espanhol.



6. Pringles
Nos Estados Unidos a famosa batata ganhou o sabor torta de nozes.



5. M&M’s
Uma edição limitada no sabor manteiga de amendoim com morangos foi vendida nos Estados Unidos em 2009. Não fez muito sucesso por lá.



4. Oreo
Também em edição limitada vendida nos Estados Unidos e igualmente sem muito sucesso, a Oreo lançou o sabor melancia.



3. Fanta
A Fanta tem cerca 100 sabores mundo afora e um que certamente gostaríamos de provar é o de groselha. Lançado originalmente no Egito e no Quênia, acabou indo para outros países posteriormente.



2. Lays
Assim como a Ruffles aqui no Brasil, a Lays também fez uma promoção para que sugerissem novos sabores para as famosas batatas. Os novos sabores propostos pelos consumidores foram do macarrão com cheddar e bacon até caviar. Mas nenhum foi tão exótico quanto o sabor cappuccino.


1. Coca-Cola
Eis um caso onde o produto diferente do resto do mundo é brasileiro. A lata azul foi lançada para agradar os fãs do Boi Caprichoso no Festival de Parintins, que se recusavam a comprar as latas vermelhas, já que a cor remete ao seu grande rival, o Boi Garantido.